Saiba como realizar a Renegociação de Dívida

Entenda como lidar com a Renegociação de Dívida e não cometer erros na hora de negociar com os bancos e afins para tirar o nome do vermelho.

Se você comprometeu parte de sua renda com dívidas sem antes definir prioridades, saiba que não existe solução milagrosa, porém, se está endividado pode se livrar do nome sujo seguindo algumas recomendações.

A ocasião ideal para a Renegociação de Dívida

Não é fácil estar com o nome sujo na praça, por isso a Renegociação de Dívida é uma tarefa a ser cumprida o quanto antes possível.

Quem está com problemas financeiros precisa se preparar para renegociar as dívidas, e o segundo semestre do ano é um ótimo momento para isso.

Essa época do ano é boa para a Renegociação de Dívida porque tanto os lojistas quanto os bancos consideram o pagamento do 13º salário e assim oferecem excelentes condições para quitação.

O que você precisa saber sobre Renegociação de Dívida

Se você está endividado e pretende reverter a situação, preste atenção nas dicas que daremos ao longo do artigo e volte as compras antes do esperado.

É preciso ter cautela quando for limpar o nome porque muitas pessoas expõem-se a erros devido a pressa e acabam aumentando a dívida desconsiderando prazos e tarifas embutidas no pagamento.

Os custos encaixados no financiamento bem como seguros e impostos acabam deixando a prestação com o valor mais elevado.

Além disso, se a taxa oferecida na negociação é baixa entenda que talvez você vai precisar pagar em um prazo bem mais longo.

Dicas para uma Renegociação de Dívida eficaz

O primeiro passo para o endividado que deseja renegociar a dívida seguir antes de ir atrás do credor é reestruturar o seu orçamento.

Reveja a sua situação financeira atual e faça o que for preciso para se organizar cortando gastos por exemplo, para não envolver todo a sua renda com os débitos.

O certo é que todas as suas dívidas equivalham a até 30% do salário líquido, então não vai adiantar muita coisa você negociá-las sem se preparar para pagar as parcelas.

Estabeleça prioridades para as suas dívidas

No caso de não conseguir eliminar todas as dívidas de uma vez, você vai ter que eleger aquelas que estiverem com juros maiores primeiro, como:

  • Cartão de crédito;
  • Cheque especial;
  • Financiamento do carro;
  • Financiamento da casa.

Assim você evita de ter os seus bens tomados pelo banco por falta de pagamento, que até então estavam como garantia.

Atente-se aos prazos de pagamento das dívidas

É importante não deixar o prazo de lado quando for pedir ao credor para reduzir os juros cobrados.

Tendo em mente que é melhor quitar uma dívida que esteja com 100% de juros em um só dia do que um débito com 95% de juros em um ano, porque quanto maior o prazo mais alta a taxa.

Outra coisa que é preciso salientar é sobre os custos não explícitos, como aquelas tarifas que não são informadas claramente.

Então peça para o banco ou a loja te passar o Custo Efetivo Total (CET) do que está sendo financiado, porque ele inclui todos os valores pertinentes para você quitar a sua dívida.

Cuidado para não fazer uma “bola de neve”

É bem comum o inadimplente fazer novas compras a prazo quando o nome sai dos cadastros de proteção ao crédito.

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Por isso, não caia na falha de assumir novas prestações para que entre novamente no ciclo de endividamento, portanto, reserve dinheiro antes de se comprometer assim outra vez.

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